quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Quem precisa de um tema para o DDS

Quem precisa de um tema para o DDS?

Quando se trata de DDS – Diálogos Diários de Segurança no Trabalho - uma das principais questões que se observa na circulação de e-mails e fóruns de discussão nos sites voltados à segurança do trabalho é: “Alguém tem um tema para eu trabalhar no DDS?”. Com base nesta repetida dúvida dos profissionais que trabalham nesta área, nasce este artigo, com a intenção de refletir sobre onde podemos encontrar os melhores temas para se trabalhar no DDS? E também, refletir sobre as formas mais efetivas de alcançar resultados em termos de aprendizagem desta ferramenta.

É comum encontrarmos pessoas diante do computador, navegando na internet em busca de temas e textos que possam ser trabalhados nos DDS. Normalmente a qualidade do DDS está associada à qualidade do texto que foi encontrado na internet. Mas será que é só isso mesmo? Será que uma simples leitura de um texto diante de um grupo de pessoas pode ser considerado um “DDS – Diálogo diário de segurança”? A começar pelo próprio nome desta ferramenta, poderíamos deduzir que uma leitura – em que uma pessoa lê e o restante dos participantes ouve – não pode ser considerado um diálogo. Um diálogo pressupõe que no mínimo duas pessoas falem ou debatam sobre um mesmo tema/ assunto.

A escolha do tema, não é algo tão simples quanto se costuma fazer. Um dos princípios da andragogia – ciência que estuda o processo de ensino e aprendizagem de adultos – diz que os adultos só aprendem aquilo que eles têm necessidade e/ ou aquilo que terá uma aplicação prática na vida cotidiana. E o que normalmente ocorre na escolha do tema é que o instrutor ou condutor do DDS faz esta escolha baseado naquilo que ele acredita que será mais interessante ou tornará mais interessante a sua fala para o grupo. Aqui já reside uma das barreiras para que o DDS não tenha uma boa efetividade, pois o tema deve ser escolhido não com base no que o instrutor/ condutor quer transmitir, mas sim com base nas necessidades de aprendizagem dos participantes dos DDS’s.

Hoje em dia as empresas possuem inúmeras ferramentas de gestão de segurança como: inspeções, auditorias, registro de desvios, registros de quase acidentes e incidentes; que configuram uma excelente fonte de temas que podem (e precisam) ser trabalhados durante os DDS’s. Os melhores temas são aqueles que melhor se aplicam às necessidades de aprendizagem das pessoas. E estas necessidades normalmente se apresentam como dificuldades/ desvios no cotidiano.

A escolha do tema/ assunto é apenas um dos passos para a realização de um DDS de qualidade. Apesar de ser um momento que costuma ter uma curta duração, entre 5 e 15 minutos (recomendável), ele exige um mínimo de planejamento, de preparo, para que surta o resultado esperado: aprendizagem.

O planejamento do DDS precisa seguir 4 passos básicos que serão descritos a seguir:

1) Definição do público:
Talvez mais importante do que conhecer em profundidade o tema que será trabalhado no DDS, seja conhecer as características das pessoas que compõe o grupo onde irá acontecer o DDS. Um mesmo tema pode ser trabalhado de diferentes formas, dependendo das características do público presente em determinado contexto.

Por exemplo: será realizado um DDS sobre o tema de “proteção das mãos” em duas áreas distintas: o restaurante e a manutenção. No restaurante o grupo de trabalho é composto por 8 mulheres e 2 homens, que possuem uma faixa de idade entre 18 e 30 anos, a maioria possui apenas o ensino fundamental e tem um tempo de convivência médio de 6 meses, em função da rotatividade de mão de obra desta área. Já na manutenção, o grupo é formado por 23 homens, que possuem uma faixa etária entre 28 e 45 anos, todos eles possuem no mínimo ensino médio, sendo que destes, 60% tem ensino superior e apresentam uma média de convivência em grupo de 5 anos.

Nestes dois casos é possível observar distinções claras entre os públicos que demandam um cuidado especial por parte de quem irá conduzir um DDS. A diferença entre gêneros (feminino e masculino) pede que sejam utilizados exemplos que possam causar identificação destes públicos. O grau de escolaridade do grupo gera uma necessidade de ajuste na linguagem que será utilizada, inclusive incluindo gírias, jargões comuns para aquele público específico. E o tempo de convivência do grupo é outro aspecto que vai demandar do condutor do DDS, diferentes tipos de postura, pois ambos (com pouco ou muito tempo) exigem cuidados específicos.

Deixar de mapear as características do grupo de trabalho onde será realizado um DDS pode comprometer todo o trabalho, pois o condutor perde a oportunidade de criar uma identificação do público com o tema, de dar sentido ao assunto que será trabalhado. E como já foi dito, este é um dos pontos primordiais para que os adultos aprendam algo.

2) Definição do objetivo:
Como já dizia o poeta, ”para quem não sabe aonde vai, qualquer lugar serve!” A definição do objetivo do DDS é um estabelecimento de meta: onde se pretende chegar com ele? É certo que em 10 ou 15 minutos, pouco se pode fazer, mas se o objetivo de aprendizagem estiver claro, ele pode ser perfeitamente alcançável.

E como é que se estabelece um objetivo para o DDS? É simples, basta adaptar o seu tema ao seu público, respondendo a uma pergunta: “O que você espera que as pessoas sejam capazes de fazer depois de participar do seu DDS?” E para o tempo que há disponível para o DDS, uma única resposta é o suficiente para criar um objetivo de um DDS. Veja um exemplo:

Tema: proteção das mãos
Público: colaboradores do restaurante (citado no item anterior)
Pergunta para estabelecer o objetivo: O que os colaboradores do restaurante precisam ser capazes de fazer depois de participar de um DDS sobre proteção nas mãos?

Respostas possíveis:
1. Proteger as mãos na atividade de corte de carne.
2. Utilizar as luvas no manuseio de cubas quentes.
3. Higienizar as mãos antes de entrar na cozinha.
4. Utilizar luvas para lavagem das louças.
5. Manter as unhas curtas e limpas.
6. Criar hábito de passar álcool gel nas mãos sempre que entrar na cozinha.

Cada uma destas seis respostas poderia se tornar um DDS diferente, que trabalhados ao longo de uma semana alcançariam o resultado desejado. Portanto, basta um só objetivo dentro de um mesmo tema para gerar um DDS. Apesar de se tratar do mesmo tema, quanto mais específico for trabalhado no DDS, maior será a chance de obter como resultado uma mudança no comportamento das pessoas.
Portanto, sempre que identificar um tema é importante estabelecer objetivos distintos que possam ser trabalhados durante vários dias com o mesmo grupo de pessoas, dando ênfase para aquela aprendizagem.

3) Definição de métodos e técnicas:
Depois de definir o que é esperado das pessoas que participam de um DDS, é importante que o condutor se preocupe em como vai gerar o famoso “diálogo” dentro do DDS. O método mais frequentemente encontrado nos DDS é a leitura de um texto, em que uma pessoa lê algo em voz alta para os demais presentes naquele grupo. Esta é uma metodologia de baixa capacidade de retenção de aprendizado, (como será apresentado a seguir) pois coloca aquele que ouve em uma posição passiva no processo de aprendizagem. Para que exista a possibilidade do aprendizado das pessoas adultas, os participantes do processo precisam ocupar uma posição ativa dentro do processo e compartilhar a responsabilidade de ensinar e aprender com o condutor do DDS. Os adultos são pessoas dotadas de experiência e conhecimento, e estes, precisam ser valorizados e utilizados a favor do aprendizado que se pretende despertar dentro de um grupo de pessoas adultas.

E para isso, é preciso lançar mão de métodos e técnicas que favoreçam o diálogo e a participação das pessoas durante o DDS. Segundo a andragogia, os adultos apresentam capacidades distintas de retenção de aprendizado dependendo dos recursos e técnicas que são utilizados no processo de ensino. Segue uma estatística:

Adultos retém aprendizagem de:

10% daquilo que lêem
20% daquilo que ouvem
30% daquilo que vêem
50% daquilo que ouvem e vêem
70% daquilo que discutem com outros
90% daquilo que praticam

Fonte: Zezina Soares Bellan – Andragogia em Ação

Portanto, é de extrema importância escolher recursos que extrapolem a leitura e que favoreçam a discussão, a participação e a prática das pessoas durante o DDS, para proporcionar o aprendizado desejado.

4) Verificação da aprendizagem:
Por fim, é necessário pensar em como avaliar se o objetivo estabelecido foi alcançado. Existem duas possibilidades: a primeira delas, é durante o DDS, quando o condutor pode ficar atento ao nível de participação das pessoas e também a expressão corporal e facial dos participantes, avaliando se estão pertinentes, convergentes para o assunto que está sendo tratado. Muitas vezes, quando a pessoa está desestimulada ou desinteressada é possível perceber através da participação das pessoas e até mesmo pela sua postura ou expressão facial.
A outra possibilidade é verificar na prática se aquilo que foi conversado durante o DDS está sendo praticado pelas pessoas no dia a dia. E para isso as empresas também dispõem de ferramentas que podem auxiliar neste processo.

Como pode ser observado através da descrição do planejamento de um DDS, quando se espera que as pessoas aprendam algo durante a execução desta ferramenta, é necessário muito mais do que um cuidado na hora de escolher o tema. Levar em consideração aquilo que as pessoas estão precisando aprender é um exercício importante para que os próprios condutores de DDS aprendam a compartilhar a responsabilidade da segurança com os participantes. Quando a responsabilidade é só do condutor, ou seja, é só uma pessoa que lê algo na frente de várias pessoas, estas últimas ficam num papel passivo, sem nenhuma responsabilidade com aquilo que está sendo dito, e portanto, não se implicam naquela aprendizagem. É preciso dividir esta responsabilidade para gerar um aprendizado efetivo.

Construir uma cultura de segurança depende da capacidade que cada um tem de colocar em prática o cuidado ativo: eu cuido de mim, eu cuido de você e eu permito que você cuide de mim.

FONTE : www.comportamento.com.br

58 DICAS PRÁTICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA, ÁGUA, ETC E PROTEGER O PLANETA


O planeta está literalmente apodrecendo. No atual ritmo de destruição, em 100 ou 200 anos a Terra não terá mais condições de sustentar vida.

Eu tenho 45 anos. Não tenho filhos e não pretendo tê-los. Poderia estar cagando e andando com o futuro do planeta, pois não ficarei por aqui por mais 20 ou 30 anos. Mas nem por isso, deixo de me preocupar.

Mas e você? Tá se lixando pro problema? Que planeta pretende deixar para os seus filhos e netos? Um planeta podre e fedorento? Quer ser lembrado pelos seus descendentes como o bosta que exauriu todos os recursos naturais e os condenou a viver em uma lata de lixo gigantesca?

O que você pode fazer? Pode começar lendo este texto abaixo e tentar aplicar o que é ensinado.

  • Regule a temperatura do ar condicionado
    Pare com essa mania de colocar o ar condicionado no frio máximo e levantar no meio da noite pra pegar o edredom. Ar condicionado regulado em 15 graus? Por acaso você é esquimó? Ajuste o conforto térmico para uma temperatura amena, agradável e durma nu. (Sua mulher vai gostar dessa dica!). Se você tiver um ar condicionado com timer, programe-o para desligar automaticamente uma ou meia hora antes do horário que você precisa se levantar. O calor agirá gradativamente como um despertador natural. (Essa dica é infalível!)
  • Coma menos carne vermelha
    A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo pelo efeito estufa. Pare de rir, imbecil. Não é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de alguma fazenda/criação de gado? Pois é: É metano com enxofre, que combinados formam um gás inflamável, poluente, e ultra-mega-fedorento. Além disso, a produção de carne vermelha demanda uma quantidade absurda, quase criminosa de água. Para você ter uma idéia: Para produzir 1kg de carne vermelha são necessários 2000 litros de água potável. O mesmo quilo de frango só necessita 10 litros.

  • Continue Lendo Aqui : http://www.acidezmental.xpg.com.br/protejaoplaneta.html

    NATAL É UMA BOSTA!

    Não sei porque todo mundo fica contente com o Natal.

    Pra mim o Natal consegue ser a pior época do ano, em disputa acirrada com a época dos impostos arrombadores do começo do ano (IPVA, IPTU, IPQP, IFDP etc).

    Natal é uma bosta. Gente fedorenta e suada correndo com sacolas e se espremendo feito animais de teta em lojas de tudo por R$ 1,99, gente torrando o décimo terceiro em presentes imbecis, minhas tias idiotas me dando meias e gravatas chinesas como presente de natal, correios e serviços públicos emendando feriados e mandando o povo cagar... como isso pode ser bom?

    Vou ESMAGAR agora os argumentos pró-natal que me dão sempre que demonstro meu ódio por essa época escrota. Nem vou entrar no mérito religioso pois todo mundo só se lembra de Jesus nessa época quando olha algum presépio mal montado e esquecido. Aliás Natal não tem nada a ver com Jesus. Pois ele não tinha a barba branca, não carregava sacos de presentes e muito menos fazia propaganda da Coca-Cola.

    Sendo assim vou começar pela maior mentira propagada no Natal.


    Continue lendo aqui: http://www.acidezmental.xpg.com.br/natal_e_uma_bosta.html

    O VERDADEIRO SUCESSO

    O VERDADEIRO SUCESSO

    Para um bom ganhador não existem derrotas.
    Para quem escolheu ser um vencedor, tudo tem um proveito.
    Não existem perdas, apenas fins de ciclos.
    Não existem tombos, apenas mudanças.
    Não existem inimigos, apenas pessoas diferentes.
    Não existem problemas, apenas chances de exercitar.
    Não acontecem momentos ruins, apenas chamas passageiras.
    Não há orgulho ferido, apenas lições de vida.
    Não existem comodismos, apenas rápidos descansos.
    Nas leis do sucesso, só vale quem acredita que nasceu para vencer.
    Porque a vida só leva para o futuro quem sabe viver...
    Coloque Deus no centro de sua vida e seu sucesso será eterno e verdadeiro.

    (Autor desconhecido)

    378 (NOVAS) FRASES ENGRAÇADAS PARA MSN


    Sabe aquele campo no MSN para você colocar uma mensagem pessoal?

    Coloque uma frase engraçadinha...

    Aqui tem 378 sugestões:

  • Casamento: o dobro da despesa com a metade da diversão.
  • O isopor é meu pastor e a cerveja não faltará.
  • Se não gosta do jeito que dirijo bêbado, saia da calçada.
  • Chefe: é aquele que vem cedo quando você vem tarde, e vem tarde quando você vem cedo.
  • Mais vale uma pedra no sapato que um grão de areia na camisinha.
  • O tempo é relativo. Passa depressa ou rápido dependendo de que lado da porta do banheiro você está.
  • Criança e tamanco só se faz com pau duro.
  • Não existe trabalho ruim. O ruim é ter que trabalhar.
  • Beba moderadamente, pague honradamente e saia amigavelmente.
  • Não maltrate o bêbado,indique o ao bar mais próximo!

  • Continue lendo aqui : http://www.acidezmental.com/

    quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

    SIPAT

    Atualizando informações sobre nossa SIPAT

    quinta-feira, 19 de novembro de 2009

    Ventilação é prejudicial em caso de parada cardíaca, dizem cardiologistas

    Compressão torácica é o procedimento mais adequado

    São Paulo/SP - Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica. Tema será discutido no Simpósio de Emergências Cardiovasculares, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro.

    O que era considerado um aliado no atendimento de emergência em caso de parada cardíaca, agora é visto como prejudicial. Estudos realizados nos Estados Unidos revelam que a massagem cardíaca sozinha é mais eficaz do que quando aliada à respiração boca a boca. E os cardiologistas vão além, a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) atrapalha, principalmente nos dez primeiros minutos do atendimento.

    Essa mudança de conduta faz parte das novas diretrizes da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação) , que passam a valer em 2010, no mundo todo. “Esses protocolos de atendimento são atualizados a cada cinco anos. Durante o Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação vamos antecipar esse novo consenso internacional em emergência e ressuscitação. Todo o programa científico é baseado no detalhamento destas modificações”, revela Sérgio Timerman, presidente do evento e cardiologista da SOCESP.

    O cardiologista explica que a compressão torácica deve ser realizada sem interrupções, principalmente nos dez primeiros minutos no processo de ressuscitação. “Quando a respiração boca a boca é adotada, automaticamente a massagem cardíaca é interrompida, já que o os dois procedimentos são intercalados” , explica Timerman.

    Dois estudos realizados nos Estado Unidos corroboraram para o novo conceito. O primeiro, no Arizona, mostra que o índice de sobrevivência com alta hospitalar quando utilizado o método de ressuscitação com auxílio da respiração boca a boca foi de 9% e aumentou para 25% quando apenas a massagem cardíaca foi adotada. O segundo levantamento, feito em Kansas, Missouri, o percentual de sobrevivência saltou de 15% para 52%, quando a ventilação não foi usada. “A taxa de sobrevivência é, em média, três vezes maior nos pacientes submetidos a apenas a compressão torácica. Não há dúvidas que as novas diretrizes vão ajudar a salvar mais vidas”.

    O Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação - Antecipando as diretrizes 2010, promovido pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, deve reunir mais de 500 profissionais de saúde, entre médicos, socorristas e enfermeiros. “95% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco repentino morrem antes de chegar ao hospital. Para reverter esse número, é preciso treinamento e atualização constante dos profissionais de saúde. Por isso a importância do evento”, conclui Sérgio Timerman.

    Fonte: DOC Press Comunicação
    Foto: Arquivo Revista Emergência
    Site: www.socesp.org. br

    Moderador: DG